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Filho de professora encontrada morta, rebate declarações da vó e diz que seu pai é inocente

dsdtrEu, MATHEUS SANTANA BITENCOURT, solicitei o espaço deste meio de comunicação, para expressar junto com minha irmã Ana Carla, a nossa indignação pelo o que está sendo exposto por meus familiares, pelas autoridades policiais, pela sociedade e os meios de comunicação. Gostaria de me expressar neste momento de forma presencial, porém minha dor, minha angustia, me impede de conseguir tal raciocino e concentração para tal. Ouvimos recentemente uma entrevista de minha avó a Sra. Maria José de Araújo Santana, onde a mesma com clara revolta, irresponsabilidade, exposição e falta de lucidez, na tentativa de causar um apelo popular usa este meio de comunicação para expor acusação a meu pai Antônio Carlos de crime de assassinato de minha mãe. Acusação que ficará para sempre gravada e exposta nas redes sociais, meios de comunicação e outros mais. É com uma dor imensa, minha e de minha irmã Ana Carla, que tivemos que ouvir tais absurdos, tal descontrole, tais mentiras, tal falta de respeito à memória de minha mãe e a conduta de meu pai, é de cortar o coração, é um sentimento que não desejo para nenhum ser humano, está onde eu e minha irmã estamos. Quero relatar que desde que minha mãe morreu, eu, minha irmã e meu pai estávamos vivendo momentos terríveis de sofrimento, angustia, saudade, solidão, agora mais ainda com a prisão de meu pai, fomos abandonados pela família de minha mãe, que desde sua morte nunca nos procuraram para dar um conforto, um abraço, um beijo, nada, apenas comportamento de repudia, de desconfiança, de acusações, de descontrole, inclusive ligações de tia com ofensas e mensagens de uma prima para minha irmã que vocês não imaginam o absurdo, minha irmã só tem 15 anos, é uma criança. Minha avó informou aqui que, eu e minha irmã buscamos com eles uma assinatura que comprovava a conduta de meu pai, sim inocentemente imaginei que poderia contar com alguns deles, porém fui recebido junto com minha irmã Ana Carla, com hostilidade, acusações de que meu pai era um assassino e não merecia estar solto e sim preso onde está, foi para mim como um punhal entrando em meu coração, minha irmã, tentou se manifestar e também foi repudiada, a minha avó que deveria controlar a situação e nos amparar, se mostrou apática, omissa, e a favor deles, então fomos postos para fora da casa do meu Tio Aristeu, por ele, pelo Walber e pelo José com palavras de filhos de assassinos e assassinos. E logo depois, estava minha avó gravando a tal entrevista para esta rádio. O que dizer, de como estamos… Vocês que estão me ouvindo, rezem, peçam muito a Deus para livra-los desses absurdos. É uma dor que vai lá dentro da alma, que parece que vai nos matar, que nos tira a esperança, que causa um desconforto, um desespero, é algo inimaginável e indescritível, você acabar de perder sua mãe de uma forma tão trágica, ver seu pai ser preso por acusações inverídicas às vésperas de natal, e ser abandonado e acusado por seus familiares. Minha irmã só tem 15 anos, fala pouco, sofre sozinha, não entende o porquê de tanto mal se abater sobre nossa linda família, por que Deus não nos livrou de tanto mal? Minha mãe e meu pai sempre juntos e preocupados em nos proteger e agora? O que faremos? Pois também fomos expostos à sociedade pelo fato, pela minha avó e familiares, pelas autoridades e por esta sociedade e aqueles que também se dizem amigos, que nos abandonaram nos humilham, nos repudiam, nos olham diferente, nos marginalizam. Nascemos aqui em Tucano, como também nossos pais, e aqui vivemos toda nossas vidas, aqui criamos vínculos de amizade, de segurança, de afeto familiar, aqui crescermos brincando, sonhando sempre em dias especiais, paqueramos, namoramos, fomos a festas, respeitamos sempre o próximo… E agora? Tiraram-nos tudo, nossos pais não estão aqui, nossas almas cheias de dor e desesperança, mas graças à família de meu pai estamos sendo amparados, consolados, nos mantendo de pé, pois ainda tenho a esperança de ter meu pai perto de nós o mais rápido possível, pois negligentemente, precipitadamente, e principalmente por vazamento investigativo e opinião de leigos que impuseram sua própria sentença, tiraram o nosso pai de nós em pleno natal, sofrendo a dor irreparável que mal tivemos a oportunidade de vivenciar a morte de minha mãe! Irresponsavelmente deixaram vazar diariamente informações sofre o inquérito que deveria ser sigiloso, principalmente para meus familiares, os quais se excitaram, tomaram como definidas e verdadeiras os fatos inconclusos da investigação, com informações que vieram a excitar a opinião pública sobre meu pai.

Quero falar um pouco do meu pai: Homem sério, responsável, honesto, cuidadoso, protetor, que nunca deixou de pagar um centavo sequer, sempre se comportou com honra e respeito ao próximo, sempre ajudou as pessoas e aos familiares, sempre ajudou os necessitados, meu pai, até de animais de rua, ele saia pela manhã e a noite para alimenta-los, pessoa amiga, correta. Amava minha mãe ao ponto de abdicar de seus gostos individuais para está próximo dela, pois a enfermidade dela a deixava com desanimo para sair, viajar, ir a festas, se divertir. Se houve desentendimentos, sim como qualquer casal, principalmente quando ele queria anima-la para sair ou viajar, pois ela não aceitava e repudiava a ideia, e outras pequenas coisas do cotidiano de um casal. Não era violência psicológica, como minha avó citou, mas a insistência pela reação dela, o que a incomodava. Como também, eu e minha irmã tentávamos anima-la cobrando dela uma reação, isso fazia com que ela repudiasse e se irritasse, fomos aprendendo a entender que essa doença é terrível e não se consegue mudar. Imaginem uma pessoa passar a maior parte do tempo divergindo sobre a realidade da vida, você não pode fazer nada, dias e mais dias triste sem reação, poucas vezes eufórica e feliz, numa mudança de comportamento constante, que nós sempre esperávamos esta oportunidade para dar a ela momentos de alegria, mas confesso era difícil identificar. Já sobre o comportamento grosseiro que se referiram sobre meu pai, trata-se de exigências, ou opiniões contrárias de um pai de família que naturalmente discorda de um filho, da esposa, de parente. Meu pai nunca levantou a mão para mim ou para minha irmã e menos ainda para minha mãe, pelo contrário com ela o cuidado era maior, pois as queixas dela sobre o desanimo pela vida eram frequentes, então fazia com que ele estivesse sempre atento e presente. Quando éramos criança, não entendíamos, mas no decorrer do tempo fomos percebendo que minha mãe era sensível a qualquer fato, mesmo pequeno que pudesse contraria-la. Este ano, ela havia aceitado fazer um acompanhamento com psiquiatra. O qual, eu e minha irmã, a muito tempo insistíamos para isso, e ela até se sentia ofendida.

O Sonho dela era ter um apartamento em Salvador para mim e minha irmã, o qual ela e meu pai conseguiram, naquele momento ela estava muito feliz, compramos o apartamento que era de Minha Tia Urânia e Tio Rê, para vocês terem uma ideia sobre meu pai, este depositou todo o valor do apartamento na conta do Rinivaldo e acreditem até hoje nunca pediu um documento, mesmo sabendo que o apartamento ainda iria ser quitado por meus tios. Outras vezes comprou dos meus tios imóveis que pagou e também nunca pediu um recibo. Meu pai, ele sempre cultivou a honestidade, nunca imaginou ser enganado, por muitas vezes foi chamado à atenção por nós.

Então sobre minha mãe, desde o inicio do ano após um assalto na loja, à situação começou a se agravar, veio à morte de minha bisavó, e novamente outra tentativa de assalto, o que a abalou de vez, é terrível ver sua mãe em um sofrimento interno e você não conseguir fazer nada, recentemente ela em sua dor interna, mesmo com acompanhamento médico, comentou com minha irmã Ana Carla, que nos atrapalhava, meu Deus, atrapalhar em que? nós a amávamos, queríamos todos os dias vela sorrir, vela dinâmica, entusiasmada, e quando isso acontecia, era maravilhoso. Essa doença que chamam “doença da alma”, que destroem aos poucos, que priva que limita. Antes morávamos na rua a frente da casa de minha avó e mesmo estando tão próxima por muitas vezes minha Mãe se hospedava em um quarto na casa de minha avó com esse quadro de depressão agravado, e ficava lá por meses, Era terrível! Meu pai, só podia acompanhar junto com a minha avó. E então, como tem coragem minha avó de ir a público mentir sobre este fato, para punir justamente a pessoa que protegeu a filha dela por todos esses anos.

Neste ambiente familiar de minha avó, vimos por muitas vezes brigas internas na família, por questões financeiras, divisões de bens, divisões estas que mantêm inconformados e revoltados até hoje os filhos de meu tio Ubiratan. Minha Mãe sempre nos falava que a mãe dela só gostava dos filhos homens, que era capaz de tirar tudo de nós para dar aos filhos homens! Principalmente o Tio Aristeu! Não queremos nada de ninguém, meus pais lutaram para nos dar o que temos para viver com dignidade, não vamos nos revoltar, não vamos brigar, só vamos sofrer nossa dor para o resto de nossas vidas, nunca esqueceremos, nunca… nunca, mesmo que quiséssemos não poderíamos, pois somos humanos. Nunca mais nunca mesmo eu e minha irmã iremos esquecer as palavras de meus Tios e o pronunciamento de minha avó em rede pública, pedindo punição para meu pai, que tanto a ajudou, que esteve presente todo tempo, que juntos, ele e minha avó, resolviam os problemas, sejam financeiros, familiares, ela que confiava nele tudo que era de mais secreto em família, e fazendo a vontade dela, pois em vários momentos ela o solicitou, ele mantinha os problemas da família em segredo, inclusive entre eles mesmos, a pedido dela. Quando meu Avô morreu, infelizmente por desistir da vida, da mesma forma que minha mãe, foi o determinante para minha mãe ficar no estado que estava. Entre minha avó e meu pai a confiança entre os dois era mútua ao ponto de ele e ela na tentativa de proteger a família guardarem informações que só eles a tinham. No caso de minha mãe ocorreu o mesmo, os dois juntos ou em separado, mais uma vez, só tentaram proteger a família, acreditem o que meu pai fez, foi para proteger a todos, quando meu pai encontrou minha mãe naquela cena horrível, tentou socorre-la, fez respiração boca a boca, fez massagem cardíaca, mas sem sucesso, chegou a nos comentar que quando soprava em sua boca, o ar voltava de vez, neste momento  de desespero a Lívia chegou e ajudou meu pai a carrega-la com muita dificuldade para sala. Percebesse pelo laudo do corpo que se meu pai chegasse poucos minuto antes, teria salvado minha mãe, pois o laudo do corpo comprova sua morte por volta das 07h50min, ou seja, minutos após meu pai junto com minha avó, procura-la pela casa, primeiro no quarto próximo a cozinha, depois meu pai foi ao quarto da frente, voltou entrou na casa de minha bisavó pelo portão que liga as três casas, pois minha mãe estendia roupas ali, e de certa forma imaginando que podia ter ocorrido alguma coisa com ela entrou pela cozinha e há viu nesta cena horrível já conhecida. O susto, o descontrole é indescritível, não dá para ter certeza de detalhes, pois o único objetivo era tira-la daquela condição e salva-la. Agora, acusar meu pai, com a veemência, tendo certeza do ocorrido, para que? Esconder novamente uma nova tragédia na família? esconder desta sociedade que hoje pune a mim e minha irmã? então quem são os familiares dela? São só os filhos? Os netos não são nada para ela? Então, decide apoiar a versão do delegado para o caso, mesmo sabendo de todo ocorrido, julgando e condenando meu pai! Isso é insano, é desumano. Uma pessoa que ela convive vizinhos e sempre juntos há 30 anos, que conhece seu comportamento sua idoneidade… Preferiu acolher a opiniões em primeiro momento informais, especulativas e sem respaldo, estas logo depois de oficializadas sem respaldo técnico, apenas em contradições no depoimento e demora na entrega do objeto empregado no ocorrido. Pode ser que meu pai e minha avó se contradizem nas informações, mas, como da-las por certeza e exatidão num momento de muita agonia, desespero e aflição, como ter certeza do que vimos e ouvimos do horário exato, da blusa, da sandália, das roupas, da cor, do cinto que estava pendurado ou se estava no chão? E mais ainda, que estas informações sejam exatamente iguais em sentido, cores, tamanho, posição, altura, abertura, local, peso. É desumano que a falta de lucidez permita tal conclusão. Pois em primeiro momento, na euforia das dúvidas e respostas, no meio familiar, já tínhamos a conformação do suicídio, mesmo minha avó em primeiro momento e em público comentar que ela morreu do coração e depois no velório, mudar sua versão para “a zica levou minha filha”. Não gostaria de comentar, mais a situação criada me obriga a contar que em nossa família já tivemos outros dois casos semelhantes.

Então, logo após a chegada da policia para pericia do local, a situação se inverteu e após uma serie de boatos e especulações, levaram os meus tios a afirmação que um parente nosso era culpado, o que faziam com veemência, sem mesmo ter informações concretas dos fatos, em um verdadeiro descontrole injustificável e falta de lucidez, entendo muito mais que todos a dor, e mesmo influenciado pelas informações, procurei manter a calma e raciocinar sobre a situação, procurei ficar lúcido, pois naquele momento de fragilidade as emoções nos desviam da realidade e da verdade. Quero relatar que, minha avó me confidenciou que minha mãe havia se enforcado, e que não falou antes para nos poupar desta dor, me contou que quando juntos, ela e meu pai, procuravam minha mãe, e ele gritou chega dona Maria, minha Vó correu e falou “ela tá morta? Meu Deus se matou! De novo não! De novo Não! Não deixe a Ana ver que o trauma é grande! em outro momento, em reunião com os familiares, ela falou outra história a eles em minha frente, neste momento tomei um susto! Olhei para ela e a vi relatar de outra forma o ocorrido, fiquei estarrecido, porém sem entender nada do que estava acontecendo me calei! Então logo depois que ela mudou a versão, pegou na minha mão e disse, “Meu neto me perdoe, não fique com raiva de mim não” então eu pensei, perdoar porque? E não demorou muito, percebi o que ela tinha feito! Mentiu sobre o ocorrido! E por isso, agora estamos aqui, sem nada, eu e minha irmã, sem nossos pais, não tivemos Natal, sem presentes, sem comemoração, sem gritos e sorrisos de alegria, sem meus familiares que tanto acreditamos, amamos e nos faziam sentir protegidos.

Ficamos aqui, com o conforto e o amparo de meus familiares por parte de pai, em nos cuidar, alimentar, proteger, sofrer conosco, aos quais somos eu e minha irmã muito gratos, e que neste momento de desesperança nos da garantia de estarem sempre presentes. A esta cidade de Tucano, fica nossa dor, dor de órfãos que se sentem abandonados por aqueles que achávamos protetores, fica a tristeza de imaginar que a única solução é partir, desistir de tudo, desistir desse lugar, desistir não… não temos mais nada que podemos desistir, já nos tiraram tudo…tudo, só ficou nossas sofridas almas. Penso sim que Deus e minha mãe não vão nos abandonar, vão nos devolver nosso pai, porque minha mãe, já perdemos… fica a tristeza de nunca mais a vê-la, de abraçar, de sentir seu cheiro, de ver seu sorriso, de ouvir suas reclamações. Quero aproveitar e informar a todos que meu pai, esta sendo acompanhado por Advogado, que terá seus direitos concedidos, que apresentará a justiça tudo o que for necessário para conclusão desta ocorrência, pois saibam que, como homem digno, honesto, forte, corajoso, não desistirá não se omitirá, não esconderá não se distanciará da verdade. Porém as injustiças serão cobradas a reparação com o mesmo rigor da lei.

Faço um último pedido a está sociedade e aqueles que se dizem amigos de minha mãe, pois já fiz outros que não foram atendidos. Que não façam manifestações públicas, passeatas e movimentos em redes sociais, pois é injusto, meu pai é inocente, e tenham certeza que de onde minha mãe está, estará odiando cada um de vocês por destruir a família dela, que tanto sofre com sua perda. Peço em especial a vocês: Daniela Nunes, João Bosco Noronha, Angela Pimentel, Mamú, Viviane Araújo, Sônia Bastos, Vânia Serra, Cristina Arruda, Ana Marcia Santana, Maria Conceição Fonseca, Sandra Mara, Rogeria Silva, Cyntia Goes, Marília Reis, Hedi Andrade e outros mais. Deixem-nos em paz com a nossa dor! Que vocês juntos resolveram e escolheram apedrejar, como se fossem juízes do mundo. Que escolheram meu pai para massacrar, por contar de uma investigação falha, duvidosa, tendenciosa, criativa e inconsequente.

Uma investigação tendenciosa sem provas reais e concretas, baseadas apenas em contradições de depoimentos, onde se define como homicídio sem ser considerado o suicídio, mesmo sendo o suicídio citado como principal causa da morte de minha mãe pelos laudos periciais iniciais e ratificado com o laudo cadavérico, onde o mesmo mostra claramente que minha mãe, não sofreu nenhuma agressão, força aplicada sobre seu corpo, braços, pernas, tora quis, pescoço, rosto, não havia cortes ou hematomas, somente a marcas comprovadamente deixadas pelo cinto e por sua mãos no rosto, na tentativa de alcançar seu pescoço, pois a inclinação da cabeça para frente, comum em enforcamentos, a impedia de alcançar o pescoço para tentar retirar o cinto, o que seria impossível, devido o peso do seu corpo, condição para enforcamento. Quanto à sugestão do delegado de que minha mãe foi morta por um fio fino que envolveu por três vezes seu pescoço, não é verídico, pois se fosse desta forma, as marcas se mantinham paralelas ou sobreposta e na horizontal ao redor de seu pescoço, e por ser um material fino poderia causar ferimentos, principalmente exercida por uma força externa, o que marcaria de forma profunda na frente e atrás do pescoço, pois a força de três voltas de um fio a apertaria em dois pontos distintos com maior pressão e circular, como também, não sairia da região da garganta com uma espessura de mais ou menos dois centímetros se fechando em direção ao ponto mais alto da nuca, e se fechando ao passar pela fivela, formando um triângulo na nuca, o que confirma ser exatamente o cinto que foi apresentado ao delegado e que inclusive não existe no inquérito o laudo pericial do cinto, e o delegado sugeriu que o cinto não poderia fazer três voltas, como três voltas? o cinto passou pela fivela envolvendo o pescoço, como mostram a fotos! Exatamente como um cinto que usamos na cintura. É tudo muito suspeito tendencioso e sem embasamento. E porque não procuraram o tio Ubiratan para saber se o cinto era dele, pois é nesta casa que guarda suas roupas, e que minha avó em seu depoimento, sugeriu esta possibilidade. Voltando ao laudo, se fosse usado força externa para estrangulamento, seu pescoço se projetaria para trás caso ela sofresse força externa aplicada por uma pessoa, como também ficaria a marca de um nó que seria provocado pela torção deste fio e marcas das mãos de um possível agressor ou hematomas nas costas. Vê-se claramente que a colocação do fio envolto ao pescoço pela perícia no laudo, apenas demonstra a localização dos sulcos causados pelo material utilizado e somente a frente do pescoço e não atrás do pescoço, pois atrás forma-se o triangulo do cinto passando pela fivela, provocado pelo peso do corpo, e que os sulcos correspondem exatamente às bordas do cinto. Já o delegado, afirma que foi um fio de pouca espessura que causou os sulcos e se coloca inseguro ao afirmar também que poderia ser uma corda. Já o resultado final do Laudo Cadavérico cita claramente que, O motivo da morte foi por asfixia, por uso de meio mecânico, ou seja, de algum material no caso o cinto, pois não foi, por exemplo: afogamento, problemas respiratórios. E por fim o PERITO AFIRMA QUE NÃO TEM ELEMENTOS PARA AFIRMAR OU NEGAR, se houve emprego, pelo o agente, de algum recursos que dificultou ou tornou impossível a defesa da vítima. O delegado fala que meu pai arrumou a cena do crime, como pode se no ambiente onde aconteceu o suicídio não existe nenhum móvel, nenhum objeto, apenas o armador, onde foram encontrados as sandálias em paralelo e uma camisa no chão, isso é preparar cena de crime? Ele apenas jogou o cinto no forro aberto no mesmo ambiente do ocorrido e a pedido de minha avó que escondesse de minha irmã. Isso não quer dizer que ela pediu para esconder o cinto, mas sim a cena ocorrida. Isso em um momento de desespero, de influência, uma inconsequência. O delegado também afirma que meu pai disse que minha mãe poderia ter se enforcado com a blusa, e que só desistiu dessa versão quando meu pai soube que os peritos procuravam um fio ou uma corda. É fantasia! Não existe no depoimento do meu pai tal versão. O delegado afirma que seria impossível minha mãe se enforcar naquela altura, como ele pode afirmar isso? Se o cinto ao passar pela fivela dar altura mais que suficiente para qualquer pessoa, por mais forte que seja, sendo homem ou mulher em sua melhor forma, ser sufocado por tal objeto, recostado na parede mesmo de cócoras, seria impossível retornar, pois qualquer força exercida, seja para defender-se, sim defender-se, pois o suicida por enforcamento, também reage naturalmente em sua defesa após se agoniar com o sufocamento o que provocaria mais peso fazendo com que a pessoa se enforque mais rápido. Isso é bem divulgado em Laudos Periciais de diversas ocorrências por todo Brasil e pelo mundo, em armadores de rede, inclusive são divulgados na internet com fotos e relatos dos fatos. Ele fala sobre o reboco esta intacto, como se isso fosse determinante para pessoa se enforcar, como se obrigatoriamente minha mãe tivesse que tentar se agarrar as paredes. Situação que no laudo Cadavérico do corpo, mostra que ela tentou retirar o cinto do pescoço. Por opinião, o delegado afirma em seu relato que a materialidade delitiva fica comprovada, mesmo que os laudos de exame cadavérico não afirme isso. Opina sem provas técnicas que minha mãe poderia se apoiar no chão e se levantar. Sabendo-se que a mesma estava com um cinto no pescoço e sofrendo toda ou parte do peso do seu corpo. Fala da revolta de familiares, o que se percebe que ocorreu vazamento de informações do inquérito, e repassadas sem critérios, formando opiniões precipitadas e tendenciosas sem fundamentação. O primeiro depoimento do meu pai no dia do ocorrido, mesmo em estado de choque, quando foi levado para delegacia para prestar depoimento informal, no exato momento que ele, eu, minha irmã e toda família velávamos o corpo de minha mãe, o qual estava em crise nervosa e a base de remédios tomados no hospital onde ficou por um tempo, e após retornar para residência, mal conseguia abrir os olhos. Meu pai não teve oportunidade de falar a sós com a família até o sepultamento de minha mãe, e após ainda havia grupos de pessoas o amparando, logo os familiares se recolheram para sua residências. A noite mais calmo raciocinou com a situação e ouvindo acusações sobre um familiar, decidiu o mais rápido possível reunir a família para comunicar o ocorrido, pois não gosta de injustiças.

Então, é só a policia apontar um suspeito e pronto, já este decidido que aquela pessoa é criminosa, mesmo sem um inquérito imparcial com provas reais e confirmadas, pois tudo que o delegado supôs, neste caso, é apenas opinião dele, e que seu relatório final para pedido de preventiva não condiz com as provas. A perícia só foi completa e convincente a realizada no corpo de minha mãe. Já a perícia baseada em fotografias sem qualquer conclusão da perícia, é ineficaz, impertinente, uma conclusão unilateral e sem qualquer respaldo técnico e principalmente os depoimentos dos envolvidos em alguns pontos foram invertidas e até criadas informações que não existem, e prestadas neste relatório final e infelizmente ratificadas pela autoridade maior, o Juiz. Será que ele não viu que o relatório do delegado não condiz com as provas técnicas. Não analisou a perícia técnica sem laudo? Não viu as fotos do pescoço de minha mãe, por mais leigo que somos ver-se as marcas exatamente do cinto. E o Inter criminis? Que é o fiel relato de como aconteceu o citado crime, percurso do crime, ou seja, não diz como, não há relatos do fato, a sequência e modo como ocorreu o crime. Meu pai estava todo tempo com minha avó a procura de minha mãe, como poderia ter feito isso? E a comprovação que ele estava na feira, depois no banco Bradesco, porque não averiguaram essas informações?

No sistema Brasileiro, A presunção da Lei diz que, você é inocente até o trânsito julgado! Então, é simples e rápido assim? apontou e indicou o delegado, e pronto! Você esta condenado! E nossas leis? e o direito de defesa? e o pior é, que estes relatórios cheios de contradições por quem os elabora e em vez de questioná-los os ratifica e os engorda mais ainda que ao chegar a estancia superior estejam cheios de vícios e contradições. Cito ainda, que o delegado diz que a família não tem conhecimento que minha mãe sofria de depressão ou falava em se matar, como não? Minha irmã deixou claro em seu depoimento, inclusive citou que ela estava em tratamento psiquiátrico e que recentemente falava em desistir da vida e minha avó também em seu depoimento afirma que ela estava com depressão. Ou a frase a se considerar como aceita deva ser “eu vou me matar!”. Desses fatos, toda família sabe e esconde esta enfermidade que existe no meio familiar.  E porque o delegado não procurou o psiquiatra dela? E porque não relatou minhas informações passadas diretamente para ele em um depoimento informal, quando na delegacia relatei para ele o histórico de minha mãe.

Vejam, imposta a dúvida e sofrendo com as acusações, tive que ver todo inquérito, ver fotos de minha mãe neste estado, visualizar tudo… não tive outra alternativa, eu precisava entender tudo…tudo mesmo. Principalmente depois do vazamento destas informações que deveriam ser sigilosas, levando as manifestações das pessoas e acusações dos familiares.

O que vimos neste momento é que, basta apontar o dedo para alguém e dizer foi ele, pronto você esta condenado! Não existe mais nada que possa fazer para se livrar? acabou, esta sentenciado! Essa é a lei?

Sinto que, a justiça que deveria me proteger e a minha irmã, foi omissa conosco, não se importou, não procurou saber, minha irmã só tem 15 anos! O que fizeram com a gente? No mínimo as autoridades deixasse o descaso, a omissão e nos protegesse. Procurei junto com minha irmã, o Promotor de Justiça do caso, porém este ainda não foi designado, o que antecipadamente peço a este que vier a ser, que ouça a mim e minha irmã. Pois estamos desesperados!

Eu e minha irmã desesperados, pois as leis que deveriam nos proteger e em vez disto nos destroem impiedosamente, a cada dia aumentando a nossa dor e desespero, Meu Deus, só o Senhor para nos socorrer! Sou jovem, tenho 24 anos, estudava Engenharia Elétrica em Juazeiro, sim estudava, pois agora não poderei mais retornar, era o sonho de meu pai e minha mãe… Foi destruído! Minha irmã Ana Carla, está sem rumo! E agora, o que fazer, meus pais estavam reformando o apartamento em salvador que está todo quebrado, parou! Era para Ana, assim que concluísse o segundo grau fosse estudar lá, e eu quando concluísse minha faculdade, e agora? Estudar aqui como, ela esta marcada assim como eu, não sabemos o que fazer! Meu Deus! Não temos mais nada, não somos mais nada, desconstruíram nossas vidas, eliminaram nossas virtudes, nossa história, nosso lar. Recorrerei Gil Santos, a justiça Divina, em primeiro lugar, e sei que a nossa Justiça dos homens não falhará, pois as evidências sobre o real fato são claras e estão sendo vista, para serem comprovadas! A Justiça de Deus esta sem dúvidas virá!

Peço mais uma vez, que nos esqueçam nos deixem em paz. Deixem o mal que se abateu em minha família partir!

Salve-nos desse mal intenso e constante, vocês autoridades nos socorra! Delegado peço encarecidamente, em nome de Deus e de sua família que você ama, encontre a verdade que sabemos e temos a certeza ser a inocência de meu pai. Não nos amaldiçoe mais ainda, nos ajude!

Peço Gil Santos, que esta minha declaração seja publicada na íntegra, sem cortes ou desvios. Como também exijo que seja divulgado a digitação desta declaração no site desta emissora e também seja enviado para Radio Educadora em Ribeira do Pombal, assim como vocês fizeram com a entrevista de minha avó. E peço ainda, a todos os meios de comunicação que divulgarem ou concederem entrevistas a meus familiares ou qualquer outra pessoa, que também me deem o direito de resposta.

Obrigado Gil Santos, pela oportunidade de me expressar em um momento tão difícil, muito do que falei, esperava nunca falar, mas se aqueles que se dizem sofrer com a perda de minha mãe, não pensem que tem dor maior do que a minha e de minha irmã.

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